Capas

[Capa] Manwhore+1 – Katy Evans

Oi, gente!

Há pouco tempo fizemos o lançamento da capa de Manwhore da autora Katy Evans. Hoje, é o lançamento da capa da continuação da história explosiva que Katy Evans está escrevendo. Vamos conferir, com exclusividade, capa e sinopse de Manwhore +1? 🙂

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Resenha

[Resenha] Real, de Katy Evans

Livro: Real

Autora: Katy Evans

Editora: Novo Século

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sinopseRemington Tate tem a reputação de ser um bad boy, dentro e fora dos ringues. É conhecido também pelo corpo escultural e pelo poder, sexy e selvagem, que emana de cada gota de suor, levando toda e qualquer mulher que o veja a um verdadeiro frenesi. Em seus olhos, brilha um desejo brutal, devastador e REAL. Brooke, uma especialista em fisioterapia esportiva, é contratada para manter aquele corpo funcionando como uma máquina mortal. Esse parecia ser seu emprego dos sonhos, mas, ao circular pelo perigoso circuito de lutas clandestinas com Tate e sua equipe, Brooke passa a ser dominada por um novo sentimento, um fogo e uma necessidade com os quais ela não sabe lidar. O que começa com um simples flerte pode virar uma obsessão sexual incontrolável. Terríveis segredos serão revelados, e Brooke deverá lutar para manter-se sã, discernindo o que há de real e o que é pura ilusão em seus próprios sentimentos.

resenhaEu estava numa overdose de new adult, regada a dramas do passado, com direito a ex-namoradas loucas, turbulências e sexo muito quente. Não esquecendo a predileção por bad boys tatuados. Com uma fila de livros que só cresce, não que sinta algum problema nisso. Logo soube da existência do Remy, que, na sua realidade, vinha literalmente nocauteando os corações por onde passava.  Com todos esses predicados, tive que me render e ele arrebentou a minha tal lista. Curiosa do jeito que sou e com toda a repercussão que estava causando, já que só se falava no Real, fui recrutada para devorar o Remy, que crueldade, não? 😉 E qual não foi a minha surpresa, esse não era o ponto principal da história. E a Katy Evans acabou de encontrar uma fã incondicional.

Esse é o primeiro de uma série de cinco livros, e iniciando assim, a Katy já diz a que veio. Através de sua escrita, você percebe que não é uma simples historinha que surgiu na sua cabeça. É sim fruto de pesquisa e dedicação, em que podemos verificar tudo no decorrer da trama. Tudo está interligado. É como se estivéssemos desvendando um mistério, que aos poucos vai se desenrolando. E o que dizer dessa capa? Me levou às estrelas, ou muito melhor, a uma específica. Estava arrancando os cabelos para saber qual seria a capa no Brasil, já que em sua viagem pelo mundo não deixaram a desejar. Hey, sei que você subiu para dar mais uma olhadinha, mas volta aqui. Concordo com você: a Novo Século merece o crédito.

Rapunzel bebe

Real é narrado por Brooke Dumas, uma ex-velocista, hoje, profissional de reabilitação esportiva, que foi afastada das pistas de corrida por uma situação que mudaria completamente a sua vida. É uma daquelas mocinhas, fortes e determinadas que está à procura de um emprego em sua área.  É arrastada relutantemente por seu cupido loiro, a sua melhor amiga de todos os tempos, Mel, para um ringue de boxe clandestino. Já me identifiquei com ela, também não me sentiria bem num local assim, até travei no primeiro treino de tae-kwon-do que participei. Além de ter sido empurrada para essa situação, recebe uma ‘triste’ tarefa de sua amiga: “- Eu te desafio a olhar pra ele e me dizer que não faria qualquer coisa por aquele homem.” E então… Bastou um grito… Um olhar e… BUM!!!  Remy arrebentou com todas as amarras que prendiam o coração dela.

O que dizer do Remy? Vou tentar expressar em poucas palavras. Sabe como é, né?! O moço tem um monte de adjetivos. É um lutador, no ringue e na vida, e na história você estende bem o porquê. Como atleta, tem seu corpo esculpido e, ainda tem covinhas, Ownn!!  É famoso não apenas no circuito underground, mas também entre as mulheres, e esse já seria um obstáculo para um relacionamento entre os dois. Mas existe um segredo que a afastaria para o mais distante possível dele. Remy tem um par a seu lado, Pete e Riley, capaz de afastar tudo que prejudique seu desempenho profissional. E como todo macho alfa, ele pensa diferente de sua equipe. Com seu jeito animal, exalando sexo por todos os poros, ele parte para o combate. Ele quer apenas ela. É nesse desenvolver da relação que poderíamos dizer que “os brutos também amam”. Eles nos mostram uma peculiar forma de amar, que se torna característica dos dois. Que tem como plano de fundo uma playlist de tirar o fôlego, uma daquelas que você mantém no modo repetir.

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Enfim, Real é apaixonante. É um daqueles livros que te prendem, que te faz roer as unhas aguardando a continuação, que espero não demorar muito, ouviu, produção?! A Brooke é uma guerreira. O Rem é o menino–homem a quem você quer dar colo e algo mais, que te faz querer se aconchegar em seus braços, ou pular de excitação a cada luta. É um lutador nato, que mostra superação, que lida como se cada dia fosse um round a vencer.

Ufa!!! Espero ter cumprido a missão de apresentar ou relembrar uma história de amor que levou a nocaute. Você jamais esquecerá o Remington Arrebentador Tate.

“Ele é a minha fera. Minha luz e escuridão. Meu.”

Onde Encontrar: Saraiva

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Katy Evans tornou-se autora best-seller do The New York Times e do USA Today pelo estrondoso         sucesso de Real, fenômeno de vendas em todo o mundo. Vive em San Antonio, Texas, nos Estados       Unidos.

Para saber mais visite: KatyEvans.net

 

Eventos

[Sorteio] do livro Eleanor & Park + marcadores diversos + botton

Alguém falou em sorteio???

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O EBTB & a Novo Século vão sortear um exemplar do livro Eleanor & Park + marcadores diversos + botton. Não é máximo?

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Para concorrer é super fácil! O sorteio vai rolar lá na nossa página do facebook

Você só precisa:

1 – Curtir a página do EBTB
2 – Compartilhar esta imagem do facebook em modo público
3 – Confirmar sua participação aqui.

Resenha

[Resenha] Eleanor & Park, de Rainbow Rowell

Livro: Eleanor & Park

Autora: Rainbow Rowell

Editora: Novo Século

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Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Essa resenha contém Spoilers, mas também contém amizade, afeto e companheirismo, se mesmo assim você não gosta, por favor, não continue a leitura!!

“Era como uma obra de arte, e arte não deve ter boa aparência, mas sim fazer a gente sentir alguma coisa.”

É, seria clichê dizer que existem livros que te deixam sem palavras por sua profundidade e que esse seria um deles. Então me imagine emitindo sons como: Ownn! ou Cute, cute cute! e até mesmo os famosos: Oooooh!!! e Ahhhhhh!!!

Eleanor & Park não é apenas um simples romance adolescente, apesar de retratar esse período da vida dos dois, com todas as suas expectativas, inseguranças, descobertas e lembranças. Nele você encontra bullying, descaso, sexualidade, preconceito, conflitos familiares e, todas as sensações do primeiro amor. Tudo isso em meados de 1986. Então dá para comparar essas questões levantadas nos dias atuais, sendo vivenciadas naquela época? Não é um livro de encontro e sim de união. Nele encontrará questionamentos, que não necessariamente serão respondidos, ele é reflexivo.  Você se ver com o coração na mão de tanta angustia, ou que saiu pela boca de tanta emoção, o que de forma bastante inteligente foi abordado pela Rainbow Rowell, fazendo com que o leitor se identifique com a trama, além de causar um misto de amor e ódio pelos personagens secundários.

Eleanor & Park são os filhos mais velhos, mas existe um abismo que separa a realidade das duas famílias. Como aqueles que você nunca desejaria que um adolescente passasse e que pode marcá-lo por toda a sua existência.

parkEle vive numa família perfeita, com seus pais, um irmão e uma boa condição social, mas tem uma dificuldade enorme em se relacionar com o pai, um militar, que não sabe lidar com as transições da adolescência tão distintas entre ele e seu irmão, ao contrário de sua mãe, que se esforça para compreender suas crias. É descendente de um irlandês com uma coreana. Essa mistura peculiar lhe rendeu olhos tão verdes que podiam transformar dióxido de carbono em oxigênio, segundo a Eleanor. 😮 É amante de HQ’s e música punk. Isso foi o que os uniu, não que ela gostasse desse estilo musical. Ela já chamava atenção por sua vasta cabeleira ruiva, 1962701_438968736206004_1573851243_nherança dinamarquesa, característica de sua família. E seu jeito de se vestir, o que mais na frente descobriremos o motivo. E ainda se acha gorda. Seus pais são separados e ela mora com a mãe e seus quatro irmãos na casa do padrasto, que é um nojo de pessoa, por sinal, argh!!! E é o responsável pela maior parte do drama da vida de Eleanor, ou seria a mãe dela, por colocá-la nessa situação? Seu pai é completamente ausente, então nem vou me deter a esse insignificante detalhe. E ainda se acha gorda. Ela aguçou todos os meus instintos maternais. Vestir roupas de um tamanho duas vezes maior que o seu, sendo masculinas ou femininas, não é tão alarmante, quanto o motivo por escovar os dentes com sal. :/ Não bastasse todo o mal – estar de um primeiro dia de aula, numa escola nova, depois de viver por quase um ano longe sua mãe e irmãos, Eleanor se depara com uma recepção, muito comum, mas que não consigo vê-la como normal, o bullying. Fica conhecida como A Ruiva e passa a ser descriminada pelos colegas. Até que o bom coração de Park fala mais alto.

Park gostaria de estar sentindo somente uma raiva honrada. Gostaria de sentir somente vontade de defender e proteger Eleanor sem sentir… tudo mais.

Os dois se aproximam por uma daquelas situações da vida, que não sabemos explicar a reviravolta que deu. Ele lhe ensina o que significar curtir uma boa música. E passa a compartilhar com ela sua paixão pela leitura, que é a dela também. Foi bom relembrar da minha época de troca dos chamados gibis. Principalmente os dos X-men. Ahhh! Eu era a Vampira (ainda gosto desse tema), e me divertia muito ao usar o meu ‘poder’ mutante, mas ver minha primeira mecha de cabelos brancos de verdade, não foi tão divertido assim. 😦   E o assento do ônibus escolar se torna cúmplice do amor deles. “– Acho que nem respiro quando não estamos juntos – ela sussurrou. – O que significa que, quando te vejo na segunda de manhã, foram umas sessenta horas sem respirar.” – Gente inteligente é outra coisa, usa disso até pra trocar declarações de amor. Fiquei completamente perdida. Não sabia de qual dos dois gostava mais. O Park é um fofo ao se descobrir apaixonado. Desejaria que toda garota tivesse um primeiro amor assim. Acho que pendi um pouco para o lado das meninas, né?! Então posso dizer que amei o lado sarcástico da Eleanor, com suas reviradas de olhos e até para lidar com seus sentimentos, já que seu histórico de relacionamentos não ajudava. 1797604_535316583233039_1420574898_n cópia Eleanor & Park é um daqueles livros que faz você grunhir: – MEU! – quando alguém te pede emprestado. Tem uma playlist bem diversificada, que trás U2 da década de 80, gente, (o Park fazendo jus ao bom irlandês que era) tão – tão bom. 😉 Também tem uma linda diagramação. É diferente de qualquer YA que você já leu. Ele foi indicado ao The Michael L. Printz Award, ou Printz como é conhecido, por Excelência em Literatura YA, é vencedor do prêmio Melhor Livro de YA de 2013 no Goodreads e Best-Seller do The New York Times. Foi apadrinhado por John Green que em sua resenha para o New York Times disse: “– Eleanor & Park me lembrou não apenas de como é ser jovem e apaixonado por uma garota, mas também de como é ser jovem e apaixonado por um livro.” E qual não foi a minha surpresa ao saber que a DreawWorks Studios comprou os direitos de adaptação para o cinema. \o/ \o/

Embarque nessa viagem apaixonante. Tenha uma ótima leitura e volte aqui para dizer o que achou. 😉

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Sobre a autora:

Rainbow

Rainbow Rowell escreve livros. Às vezes sobre adultos, às vezes sobre adolescentes. Mas sempre sobre pessoas que falam muito. E pessoas que sentem como se estragassem tudo. E pessoas que se apaixonam. Quando está escrevendo, Rainbow lê quadrinhos, planeja viagens à Disney e discute sobre coisas que, na realidade, não importam. Vive em Nebraska com o marido e dois filhos.

Fontes: HCPL  EW