Resenha

[RESENHA] “Arte & Alma”, de Brittainy C Cherry por Galera Record – @BrittainyCherry @galerarecord

Boa tarde!!!

Chegando aqui com o mais novo livro de Brittainy C. Cherry lançado no Brasil.

Um livro que a gente se emociona e se apaixona, algo que já é clássico da autora.

Confiram a resenha completa abaixo e preparem o coração para conhecer Aria e Levi.

O novo livro de Brittainy C. Cherry mostra a necessidade de encontrar-se e valorizar o que tem mesmo quando as coisas parecem desmoronar ao redor. Aria Watson era considerada invisível na escola, mesmo com todo seu talento para arte; em casa era uma boa filha e irmã. Mas tudo mudou quando ela anunciou, aos 16 anos, que estava grávida. E a notícia caiu como uma bomba. Agora ela está aterrorizada e se sentindo mais sozinha do que nunca. Levi Myers mudou-se para Wisconsin para ficar com o pai, que não via desde os 11 anos. Ele precisava se afastar um pouco da mãe e passar um ano com o pai parecia uma boa ideia, mas agora Levi não tem mais certeza. Se a mãe tem problemas, o pai é pior. Dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Os dois estão despedaçados por dentro, cheios de cicatrizes. Mas, nas manhãs no bosque, enquanto tentam alimentar cervos, ou esperando o ônibus para escola, eles compartilham seus medos e incertezas. Levi está dividido entre o pai e a mãe e Aria precisa decidir o futuro do bebê que está gerando. Em palavras, e até mesmo no silêncio, os dois fazem um ao outro um pouco mais fortes. Apaixonar-se não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem sua dor e solidão.

A arte era tudo que havia de certo e de errado no mundo. A arte entende coisas que as palavras não são capazes de expressar.

Um livro que sem dúvida nenhuma me fez experimentar várias sensações e emoções ao longo da leitura. Mais um livro de Brittainy C. Cherry que toca fundo no coração e na alma.

Aqui somos apresentados a Aria e Levi.

Aria é uma adolescente que sempre foi “invisível” para seus colegas de escola, mas que vê tudo mudar graças a um erro, uma fraqueza. Uma garota apaixonada por arte, que viu a sua vida e de sua família mudar graças a uma única noite.

Aria, uma garota que não sei por que me intrigava tanto. Isolada emocionalmente do mundo, mas que de vez em quando abria um sorrisinho que me dava a impressão de que não queria mais estar tão sozinha.

Levi sempre foi o adulto da casa ao ter de lidar com os problemas mentais e instabilidade emocional da mãe, além da possessividade dela. Um garoto que vê na música de seu violino um refúgio para toda a dor que o cerca. Decidido a tentar respirar novos ares e se livrar da dependência da mãe, ele viaja para passar uns meses com o pai. O problema é que Levi não é recebido como esperava pelo pai, que muitas vezes age como se ele não estivesse ali.

Levi Myers era real? Ele existia mesmo? Ou será que meu coração triste e sombrio o havia criado porque precisava de um pouco de cor? Seja lá qual fosse o caso, fiquei feliz por ele caminhar ao meu lado.

Aria e Levi não podiam parecer mais diferentes: ela, que de invisível passou a sofrer ataques de bullying, e ele o garoto que mau chega na escola e já se torna popular.

Durante um trabalho na aula de artes,  Aria e Levi formam uma dupla, e passam a conviverem mais juntos, e descobrirem mais um do outro. E é aquilo né gente: duas almas feridas se reconhecem uma na outra.

Ficar perto dele era estar perto de alguém que enxergava minhas cicatrizes e que as chamava de bonitas quando tudo que eu via eram meus erros do passado.

Aria é arte. Levi é alma.

A adolescência não é um período fácil pra ninguém, e ambos sentirão isso, principalmente Aria, mas Levi fará tudo que estiver a seu alcance para ajudá-la.

O livro é escrito em primeira pessoa, com Aria e Levi narrando tudo. E além deles temos ótimos personagens secundários, como Simon e Abigail.

Gostei muito de tudo que a autora abordou aqui, além da forma em que ela conduziu toda a história, de forma sútil, porém marcante.

Tínhamos nos tornado as obras-primas das almas mais solitárias do mundo. As cores em nossos olhos morreram de tanto sangrar. E naquele momento soubemos que, às vezes, as obras de arte mais lindas eram criadas pelas almas mais sombrias.

Há questões que pra mim foi difícil entender seu desdobramento, mas é aquele tipo de coisa que a gente só entende quando sente na pele.

Este é um livro que traz várias lições, além de vir carregado de sentimentos, que me fez amar, sofrer, rir e chorar a cada página.

 

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