Resenha

[RESENHA] “O amante da princesa”, de Larissa Siriani por Verus Editora – @LarissaSiriani @Verus_Editora

Boa tarde galera!

Chega mais que hoje é dia de uma resenha muito querida e de uma autora nacional super querida que com certeza vai te conquistar.

Obrigada Lari, por ter pensado na história da Maria Amélia.

Um romance sensual e divertido sobre as escolhas que são feitas por nós — e sobre tomar as rédeas da vida nas próprias mãos. Maria Amélia de Bragança é princesa do Brasil, prometida a Maximiliano Habsburgo, arquiduque da Áustria. Mas não há nada que ela deseje menos do que esse casamento: como alguém pode querer que ela se case com um homem que nem sequer conhece? O que Amélia não esperava é que seu noivo chegasse ao Palácio das Janelas Verdes, em Lisboa, acompanhado do amigo Klaus Brachmann, um homem charmoso e experiente que se sente compelido a seduzir a princesa apenas pelo prazer da conquista. Uma viagem inesperada que Maximiliano precisa fazer se mostra a oportunidade perfeita para que Klaus ensine uma coisinha ou outra a Amélia entre quatro paredes… E, conforme o jogo avança, a possibilidade de casamento se torna cada vez mais remota para a princesa, que agora precisa proteger seu coração a todo custo.

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Para quem me acompanha por aqui e nas redes sociais sabe que os romances de época são meus queridinhos, então quando a Larissa anunciou que seu próximo lançamento seria desse gênero, primeiro eu fiquei muito surpresa porque imaginei algo muito diferente, mas também não pude deixar de me empolgar.

Como Princesa do Brasil, Maria Amélia já tem alguns planos traçados que precisa colocar em prática, mesmo contra sua vontade. E um desses é seu casamento com o arquiduque da Áustria, o Sr. Maximiliano Habsburgo. No entanto, um casamento arranjado há anos e sem nunca terem se visto o noivo, não é algo que inspire o mais precioso dos afetos. E isso é motivo o suficiente para deixar Maria Amélia um tanto apreensiva já que o arquiduque decidiu que é a hora do encontro acontecer, visto que se casarão em breve.

E é assim que Maximiliano chega com toda pompa no Palácio da Janelas Verdes em Lisboa, mas vem acompanhado do seu amigo e confidente, Klaus Brachamann, um homem que não possui muitas poses além de um marquesado que não vai muito bem. Mas que em bom gosto para as artes e literatura, e para mulheres, já que a primeira coisa que faz ao chegar no palácio é espalhar seu charme até para as acompanhantes da princesa.

“A verdade é que há poucas coisas neste mundo por que eu anseie menos do que esse casamento. Motivos não faltam, como só ter visto o noivo uma única vez.”

Amélia é uma protagonista que encanta logo nas primeiras páginas. Ela é tão acertada em seus propósitos e desejos que me conquistou logo de cara; porque como princesa e um título nos ombros esperava encontrar um personagem mimada, cheia de defeitos e que me faria passar um pouco de raiva. Mas por aqui isso está longe de acontecer. Amém, Senhor!

Minha primeira impressão de Klaus não foi das melhores, e acredito que para a Amélia também. Devido á essa má conduta toda “galinhesca” assim que chega no Palácio a animosidade entre a gente eles se instala. O embate entre conhecimento, ego e preconceito está lá o tempo todo, Amélia não gosta de Klaus, mas conforme os capítulos vão avançando aos poucos isso vai diminuindo.

“Admiro seu rosto, os cabelos castanho-claros presos em tranças complicadas, e me demoro em seu colo, onde o decote do vestido deixa á mostra um gosto e a promessa do que o melhor está por vir.”

E a autora fez um ótimo trabalho em aplacar tanto o meu pré-julgamento com o personagem, como para Amélia também. Aos poucos Klaus vai se transformando em mais do que um homem que não pode ver um rabo de saia, ele também tem seus conflitos, e meu preconceito foi pelos ares. Uma das coisas que mais me fez gostar do Klaus foi a sua atenção com a família, principalmente com sua irmã mais nova Berta. O carinho e afeto com que conversavam e o carinho nas palavras do personagem em muito me encantou, e apesar de serem breves e por forma de cartas foram o suficiente para entender um pouco mais da índole do Klaus.

E preciso ressaltar que Berta tem sua própria história á parte dentro do livro, que é tão encantadora e espirituosa como a história principal. Fiquei ansiosa em saber como os anseios da Berta iam se desenrolar e foi de um jeito tão fofinho que me deixou querendo mais.

“Não preciso ler seus pensamento para encontrar o pecado – ele já está em mim, em minha mente, correndo como fogo pelas minha veias, fazendo meu coração palpitar e minha pele formigar de desejo.”

O romance é muito intenso e bem quente. Mesmo Amélia sendo inocente e nunca tendo gostado de ninguém, ao conhecer Klaus, ela aprende mais de si mesma e sobre o amor. Larissa não poupou os personagens no quesito paixão e deixou a leitura bem apaixonante. Apesar de ser um romance com um tempo relativamente curto, é tão vivaz que cativa, prende e eu fiquei um pouco enlouquecida (num bom sentido) com alguns acontecimentos, ainda mais que Amélia tem um pretendente, não é mesmo?

“Não é o tempo que determina o amor. Há pessoas que se apaixonam em poucas horas, outras passam décadas sob o mesmo teto sem nunca se amarem.”

Se houve um livro nacional que estive tão empolgada para ter em mãos e iniciar a leitura, não lembro, mas “O Amante da Princesa” ocupou bem esse posto. E não me arrependi nem um pouco.

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