Resenha

[Resenha] Quando o amor vem & A Ilha da esperança, de Rebecca Winters – @harlequinbrasil

Já fazia um bom tempo que não lia uma história tão bonita e cheia de expectativas como essa. Harlequin nunca deixa à desejar…

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Capa

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Sinopse

QUANDO O AMOR VEM…

A última coisa que a socialite Raina Maywood esperava encontrar no casamento de sua melhor amiga era um novo romance. Desde que se divorciara, Raina decidiu se preservar… até conhecer o estonteante padrinho! O milionário Akis não confia em mulheres que só têm olhos para sua carteira, mas a bela desconhecida não fazia ideia de que ele é rico! E a química entre eles é instantânea e profunda. Será que Akis finalmente encontrou alguém que poderá amá-lo de verdade?

ILHA DA ESPERANÇA

Zoe deve a vida à Fundação Giannopoulos. Por isso, quer retribuir colaborando com a instituição. Ela só não esperava receber uma proposta de emprego do milionário Vasso Giannopoulos. E logo fica encantada pela bela ilha grega na qual trabalha… e também por seu charmoso chefe. Depois de uma traição, Vasso decidiu manter seu coração fechado. Porém, a coragem de Zoe o faz lembrar que, às vezes, vale a pena arriscar tudo em nome do amor.

 

Resenha

Esse primeiro volume da trilogia Casamentos Gregos, foi escrito somente pela autora Rebecca Winters e traz uma duologia dos irmão Giannopoulos. Só com essas informações posso dizer que gostei muito porque adoro livros de irmãos, e essa em especial é tão interligada que parece que eu estava lendo o mesmo livro, pois fez o próximo volume parecer um complemento da primeira história.

Em “Quando o amor vem…” temos a linda e rica Raina que precisa ir para o casamento de sua amiga na Grécia, porém o medo de tirar o foco do momento mais especial de uma mulher com o estardalhaço dos paparazzi, a faz abdicar do pedido de ser madrinha e promete ir apenas com o objetivo de ser uma convidada a mais. Mas ao chegar à Grégia e ao humilde hotel em que ficará hospedada não conta que a compra de um analgésico e um chão escorregadio mudaria toda a sua vida daquele dia em diante.

Com um passado não muito bonito, Raina não quer nada além de viver sua vida e nunca mais se apaixonar e errar a mão com sentimentos desnecessários. E é a mesma coisa que passa pela cabeça do filho mais novo dos Giannopoulos, Akis. Ele não quer comprometimento enquanto tem tanto à perder – seu coração.

Não preciso dizer que amei Raina e Akis né? Eles são tão parecidos que me dava uma vontade de interagir entre eles e mostrar como são especiais à sua forma. Foram personagens que tinham seus próprios trabalhos, porque eu acho muito importante quando autores fazem personagens que não são ociosos, que tem preocupações reais como as nossas. E a história de vida dos Giannopoulos é tão bonita que aquece o coração!

“Ela era jovem demais para passar a vida como uma solteirona por causa de um homem que não tinha nem ideia de como ser um marido.”

 

Já “A Ilha da Esperança” foi o meu preferido! Mil corações para Rebecca Winters por ter criado a fofa da Zoe com seu sentimento de gratidão. Hoje em dia é tão difícil ver pessoas com essas características, que a protagonista me conquistou logo de cara. Depois de ter recebido mais do que ela esperava após a perda de tudo o que um dia foi seu, não estava em seus planos encontrar uma Fundação que lhe devolveria a vida. Então, após seu restabelecimento, Zoe tem uma dívida de gratidão com os Giannopoulos.

A visita de Vasso Giannopoulos – ele é o irmão mais velho de Akis na primeira história – à Fundação em Nova York, proporciona à Zoe conseguir o que quer. Vasso fica impressionado com a força de vontade de Zoe em viver sua vida e demostrar um sentimento à muito esquecido, e propõe à ela ir para Grécia e ser secretário de um ex-militar que toma conta do hospital. Zoe aceita não somente isso, como também fazer o máximo que puder em dar um retorno de uma vida melhor para muitos que estão se recuperando da morte.

“Foi terrível. Não vou mentir. Eu precisava de alguém que me amasse. Mas o amor dele não era do tipo eterno. Foi uma lição dura de aprender. Isso me ensinou a não colocar minha fé em um homem.”

Com certeza conhecer esses irmão gregos me encheu de satisfação e afeto, porque eu queri a colocá-los num potinho e guardá-los apenas para mim. Foi muito importante ler e conhecer a escrita bonita e poética da Rebecca.

 

 

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