Resenha

[Resenha] Ligeiramente Casados – Os Bedwyns # 01, de Mary Balogh – @editoraarqueiro

Oi! Lembra quando eu disse aqui que teríamos muito mais Bedwyns por aqui? Estou de volta com mais uma resenha.

Livro: Ligeiramente Casados

Autora: Mary Balogh

Editora Arqueiro

LC

 

Capa do livro 1

Ligeiramente Casados
Sinopse 1

“Mary Balogh começa esta série de seis livros com um casamento de conveniência entre dois dos personagens mais autossuficientes que já conheci. É uma alegria acompanhá-los na descoberta de que podem, sim, precisar de outra pessoa.” – Rakehell Reviews

 À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse – “Custe o que custar!”. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela… a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele – o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados…

Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São quatro irmãos e duas irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo – e seduzem a cada página.

Resenha 1

É fato que estou amando as publicações de Romances de Época da Editora Arqueiro.

Ter iniciado a série Os Bedwyns pelo livro 2, Ligeiramente Maliciosos (ahhhhh, que saudades do Ralf), não atrapalhou em nada minha leitura. Por terem sido pouco citados, não tive como imaginar um perfil dos personagens principais. A família Bedwyn é formada por 6 irmãos, os lordes: Wulfric – o Conde de Bewcastle, Aidan, Rannulf, Alleyne e as ladys: Freyja e Morgan.

As narrativas na série ocorrem de tal forma que você poderia lê-los como livros únicos, pois focam na situação entre os protagonistas. Os Bedwyns são uma família da alta sociedade, mas apesar da educação recebida percebemos que cada um recebeu da vida uma lição, dando a eles personalidades interessantes, fazendo deles personagens fascinantes.

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Ligeiramente Casados é de leitura rápida, ou fui eu quem li rápido, já que queria conhecer a história deles e desvendar um pouco do mistério que ronda certos personagens.

Não sei se foi proposital os personagens principais serem chamados de Eve e Aidan, pois ele não é o irmão mais velho, mas como eles caíram no amor, faz jus serem o primeiro casal, já que foram eles que introduziram a família ao caminho do paraíso, se é que você me entende.

Uma coisa sobre os Bedwys – falou Aidan – é que não amam facilmente, mas quando amam é com muita intensidade.

Eve Morris é obstinada e tem um lindo coração. Acho que já posso dizer que essa é uma característica das personagens da Mary. Nenhuma mocinha, mesmo inocente, não tem nada de boba. Vi isso na Judith; a Freyja e a Morgan me deram uma ideia a que vieram nesse livro. Ainda não sei sobre as companheiras do Wulfric e do Alleyne, mas de acordo com quem farão par, essas também prometem.

Eve leva o “fazer o bem sem olhar a quem” muito a sério e não mede esforços. Nem que para isso seja necessário tomar uma decisão que vai contra os seus princípios. Com propriedade, administra o Solar herdado do pai e os que vivem à margem da sociedade e vão ao seu encontro. Não levava uma vida fácil, mas razoavelmente tranquila, até ocorrer o primeiro encontro com o portador de uma notícia que mudaria a sua vida e de todos os seus protegidos para sempre.

Coronel Lorde Aidan Bedwyn tem mais uma responsabilidade nas mãos. O dever e a honra se encarregarão de auxiliá-lo no cumprimento da mesma.

Nunca faço nada que não esteja absolutamente certo, senhorita Morris.

Vamos descobrindo quem é Aidan aos poucos. Sua ida à Ringwood para execução da tal promessa acelera o processo. O que podemos afirmar é que a partir dele vamos conhecer peculiaridades pertencentes ao clã dos Bedwyns, como senso de justiça, de uma forma bem característica. Ele conhece Eve e a solução criada para o problema dela pode até ser indicado como clichê. Além de oferecer sua ajuda, ele oferece o seu nome.

“Li em algum lugar que muitas vezes passamos a vida buscando algo que já possuímos”.

É com bastante tato que a autora destrincha a trama, afinal, além de mal se conhecerem e se tornarem Ligeiramente Casados, não eram grandes apreciadores da pessoa um do outro.

“Nem sempre podemos esconder-nos da vida. (…) É melhor nem sequer tentar encarar o que precisa de ser encarado”.

O desenvolver do romance é simplesmente cativante. O acaso os leva na direção um do outro. As pinceladas dos momentos literalmente históricos tornam a leitura empolgante. E é justamente nesse trechos que eles passam a crescer e mostram uma personalidade madura diante das dificuldades que passam a enfrentar pessoalmente e como casal.

Nunca faço nada que não esteja absolutamente certo, senhorita Morris.

Nem preciso falar que estou apaixonada por essa série. Que venha a Freyja.!!!!

Até a próxima! ❤

 Clique nas imagens e adquira já os seus. 😉

Ligeiramente Casados

Ligeiramente Maliciosos

sobre o autor 1

Mary BaloghMary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico.

Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estréia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros.

Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

 

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