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[Notícia] O lado romântico do filme “50 Tons de Cinza”

Olá pessoal, sou a mais nova integrante do EBTB!

Nesta semana vimos toda a expectativa depositada pela Universal Pictures sobre 03 filmes: “Velozes e Furiosos 07” (que através da tecnologia gráfica trará imagens de Paul Walker), Debi e Lóide 02 (novamente com a dupla Jim Carrey e Jeff Daniels), e “50 Tons de Cinza”. Os 02 primeiros tratam de sequencias, e 50 Tons fará sua estreia em meio a muito suspense (a própria E. L. James foi proibida de postar fotos das filmagens), suspiros e ansiedade dos fãs.

Na terça-feira, 25, executivos e jornalistas reunidos em Las Vegas para a CinemaCon, presenciaram as primeiras cenas do filme, e a reação foi positiva. Segundo os espectadores presentes, o filme ainda tem um espírito mais romântico do que erótico, mas isso tem justificativa. O primeiro livro da trilogia mostra o perfil dos personagens, o começo de seu envolvimento e a construção do romance. Embora todos tenham suas dúvidas sobre como a película irá retratar com delicadeza as cenas eróticas, o fato é que a intenção do estúdio é atrair os espectadores e obter lucro; se o primeiro filme da trilogia for essencialmente cru e constrangedor, o resultado pode ser contraproducente. Embora para a leitora e fã da obra de E. L. James (assim como eu), o livro seja um romance bem erótico, capaz de fazer os leitores se apaixonarem pelo casal Christian e Anastasia, não esqueçamos que o querido e lindo Christian é o equivalente, além do B e D, ao S da linguagem BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo)! Muitos irão conhecer a história diretamente nos cinemas, e se o estúdio não tratar o filme com cuidado e delicadeza, obviamente irá espantar os novos fãs do casal mais badalado de 2.015- o filme estreará em 14 de fevereiro, “Dia dos Namorados” gringo.

A pergunta que todos os fãs se fazem é: por que me apaixonei por um CEO controlador, cheio de traumas, mandão, que não suporta ser tocado livremente, disposto a submeter sua parceira e não relacionar-se com ela sem um contrato? Bom, aqui vou citar o nosso amado Chicó, do livro O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna): “Não sei, só sei que foi assim…”

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